O gato persa e suas peculiaridades

Origem do gato persa

O que se sabem dos gatos dessa raça é eles  foram trazidos da Persa (atual Irã)  e Turquia  pelo viajante italiano Pietro Della Valle  por de 1620 . Quando chegou  Itália o  gato persa ganhou a simpatia das pessoas devido ao seu pelo longo, macio e brilhante.

O  gato persa como é conhecido hoje, surgiu quando os primeiros exemplares da raça foram levados para Inglaterra e lá sofreu o  cruzamento com  gatos da raça Angorá.

Foram realizados alguns poucos trabalhos de melhoramentos  genéticos da raça com proposito de oferecer uma maior variedade de cores, e também estabelecer padrões de pelagem.

O gato se tornou o centro das atenções na primeira exposição de felinos  em 1871 realizada no palácio de cristal em Londres e organizada por Harrison Weir proprietário e expositor da raça persa.

Os primeiros padrões da raça persa foram estabelecidos  na Inglaterra no ano de 1910 pelo “Governing Concil of the Cat Fancy of Great Britain”  quando a raça vinha ocupando uma posição de destaque na chamada aristocracia felina.

Características físicas

O  gato persa é um  gato de tamanho médio, com um corpo bem equilibrado e uma expressão doce em sua cara. Ele tem uma cabeça enorme e redonda, orelhas pequenas e  redondas a cauda curta e bem peluda .

Essa  raça se destaca  com um focinho curto e o rosto achatado. O persa é também famosa pela sua longa, pelagem sedosa, que brilha. E enquanto o cinza  é a cor mais popular para o persa atualmente, existem mais de 100 cores disponíveis hoje, incluindo preto, azul, creme, entre outras.

Esses gatos  são suscetíveis a uma série de problemas de saúde devido a esta característica, que afeta especificamente as vias nasais, respiratórios, podem ocorrer infecções oculares, problemas neurológicos e deslocamentos no maxilar.

Além disso, o persa com focinhos curtos têm poeira e detritos acumulam-se dentro das narinas, o que torna difícil para respirar. A sociedade de felinos impôs um limite na reprodução com essas características com o rosto achatado devido esses tipos de complicações.

Personalidade e temperamento

Os gatos persas são amimais observadores, discretos serenos, muito dóceis extremamente carinhosos e gostam de ser acariciados, são apegados ao dono se adaptam muito com outras pessoas e animais, também crianças. Sentem-se mais a vontade em uma casa com ambiente seguro e tranquilo.

Mas nada que impeça do felino se adaptar a residências mais barulhentas e movimentadas o que ele precisa é sentir confiança. Por seus miados serem bem baixinhos é ideal  para quem está procurando um gato mais tranquilo para apartamento. Porém, são pouco ativos geralmente preguiçosos podem ficar por horas dormindo ou repousando.

Cuidados

O gato da raça persa é um animal que exige um cuidado maior, como foi citado acima, pela característica de ter o focinho achatado pode acarretar com mais facilidade problemas de saúde.

Esse gato  requer uma quantidade considerável de manutenção principalmente com o pelo.  O seu pelo deve ser peteado diariamente, use um pente grande de metal, dê maior atenção em áreas sujeitas a criar nós,  como  peito, debaixo do queixo, no interior das pernas traseiras e dianteiras.

 Após petear seu gato vem a parte da escovação, utilize uma escova própria para gatos, isso deixará o pelo mais macio, mantem um  aspecto brilhante e estimula o crescimento.Alguns proprietários até mesmo cortam o pelo longo em redor do ânus, que o mantém livre de fezes.

Outro detalhe que deve ter atenção dos donos é a limpeza dos olhos. Os gatos persas por terem o rosto e nariz achatados seus vasos lacrimais são menores. Com isso, faz com que tenham secreção lacrimal excessiva escorrendo  nos pelos do rosto.

Essas lagrimas contem PH ácido que facilita a proliferação de fungos, bactérias e vírus. Para evitar esses problemas recomendasse limpar os olhinhos do seu gato pelo menos uma vez por dia com um pano umedecido com soro fisiológico ou pode ser com um pouco de água morna.

Os primeiros padrões da raça persa foram estabelecidos  na Inglaterra no ano de 1910 pelo “Governing Concil of the Cat Fancy of Great Britain”  quando a raça vinha ocupando uma posição de destaque na chamada aristocracia felina.